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  • Lucas Chiquetto

25 anos de história. 25 anos de legado. Tomb Raider nasceu para brilhar



Há 25 anos, nascia uma das maiores personagens de toda a história... dos games, dos quadrinhos, do cinema e da minha própria história.


Em 1997, no auge dos meus 12 anos, eu já amava games com todas as minhas forças. Infelizmente, não tinha condições financeiras para ter um console em casa, então, dava um jeito de pedir dinheiro para os pais, para o lanche da escola, mas na verdade, era para ir em uma locadora (muito comum no Brasil), para jogar videogame. Naquela época, eu era viciado em jogos como Donkey Kong, Super Mario e jogos do tipo. Até então, os jogos do revolucionário Playstation 1 ainda não me atraíam. Mas, teve um, em específico, que ganhou meu coração de imediato.


O meu primeiro contato com Tomb Raider, que foi o Tomb Raider II, em 1997, quando meu cunhado precisou de mim para cuidar da Lan House que ele tinha - aqui, no Brasil, é um lugar onde as pessoas que não tinham computador podiam usar para fazer seus trabalhos, navegar na internet, ou, simplesmente, jogar mesmo).


Estava um dia meio vazio, então, como não precisava atender ninguém, eu fiquei lá, olhando os jogos que tinham. E um, em particular, visualmente chamou a minha atenção. Era uma mulher linda, segurando uma pistola de forma imponente, com um logotipo lindíssimo escrito Tomb Raider II - Starring Lara Croft, atrás dela. Foi amor à primeira vista. Eu sempre amei assuntos ligados à arqueologia, ruínas e história em geral. Imaginar jogar um jogo que tem tudo isso me deixou empolgado.


Quando coloquei no computador e comecei a jogar, foi um misto de surpresa e excitação. É como se eu fosse o próprio arqueólogo que acabou de descobrir algo muito importante para a história do mundo. Do meu mundo.


Os gráficos, a jogabilidade, a trilha sonora, a atmosfera do jogo eram revolucionários e cativantes. Eu amei cada detalhe daquele jogo. As cenas de CG, para mim, ficavam próximas da perfeição (Meu Deus, eu tenho até medo do que vou achar dos gráficos que eu amo hoje, daqui a 10 anos. Rs).


Tudo me encantava, mas, confesso, a personagem principal me cativou ainda mais. Lara Croft entrou, para sempre, no meu coração e, até hoje, faz parte de um espaço muito considerável. Que personagem incrível, meu Deus. Ela não só foi, mas ainda é, muito importante para o mundo dos games.


Desde o meu primeiro contato com Tomb Raider, em 1997, nunca mais parei de acompanhar novidades sobre a franquia. Estamos em 2021, e eu ainda amo cada detalhe do game e de sua personagem incrível.


Se eu estivesse em uma banca, por exemplo, e tivesse uma revista com uma figurinha da Lara Croft, eu comprava. Cheguei a ter dezenas de revistas com assuntos sobre o game.


Em 2000, vi o primeiro trailer do filme Lara Croft: Tomb Raider, numa época que ainda não tinha YouTube, meu Deus, que delícia ver tudo aquilo acontecendo na telona. Aí, entrou uma segunda paixão na minha vida, que, até hoje, também ocupa um espaço importante no meu coração. Angelina Jolie foi a própria Lara Croft, na época clássica. Incrível.

Mesmo com alguns “erros” e importantes acertos, Tomb Raider e Lara Croft, durante esses 25 anos de trajetória, deixaram - e ainda deixa - um grande legado... na vida de muitas pessoas e, claro, na minha também.


Eu, como um super fã, fico muito feliz, porque essa importante franquia permanece viva; mas também ansioso, esperando tudo o que ela ainda pode trazer para o universo dos games e outros mais por aí….


Pode vir, Lara Croft e Tomb Raider que eu estou preparado.


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